domingo, 27 de setembro de 2015
O mundo corporativo e a espiritualidade: a crença de investir em líderes de pessoas
Da fantasia e ficção à realidade e a razão
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Uma porta de entrada do bem, a decisão de fazê-lo
sábado, 19 de setembro de 2015
Uma lição para manter o foco no objetivo
Mais uma história sensacional. Em "A Cadeira de Prata", C. S. Lewis, surpreende mais uma vez. Inicia com uma sucinta crítica e conclui com a solução para uma instituição de ensino que precisa saber cuidar melhor de suas crianças e jovens. Para uma escola ser atrativa e evitar a evasão voluntário dos próprios alunos é preciso apenas a sanidade de professores que amem seu corpo discente. Neste livro a missão que recai novamente sobre a juventude é de primeiro aprender a guardar ensinamentos que são transmitidos por um mestre paciente, depois o conselho de seguir os sinais. Desde o início do livro nossa atenção é aterrada pela tensão de uma sucessão de erros. Ficamos apreensivos com Jill e Eustáquio, não chegando a perder o foco da missão, mas deixando passar as oportunidades por esquecerem ou terem dúvidas das orientações recebidas. E quando tudo parece soterrado pelas consequências de suas escolhas, o derradeiro sinal surge. Neste momento, já dominados por incertezas, juntamente com o amigo Brejeiro, arriscam tudo e reencontram o foco de sua missão. Salvar o único filho, o herdeiro ao trono, o príncipe Rilian, em fim, acontece. Do fundo do mudo, das profundezas das trevas, ressurge a luz e concluem com êxito. Missão cumprida. Satisfeitos, chega a hora de voltar para casa. Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito. Eclesiastes 7:8.Escrito por: Gilberto Martins.
A viagem do peregrino da alvorada para quebrar a rotina
Viajar pode ser um lazer e uma aventura, mesmo se for a trabalho. É natural que as paisagens mudem tanto quanto as estações no longo do ano, e talvez, não nos damos conta disto porque passamos pelos mesmos lugares todo santo dia, e com a rotina ficamos com nossa vista viciada por causa do cansaço. Em a "Viagem do Peregrino da Alvorada" o nome sugere muito além de uma simples caminhada. Diz respeito a uma longa viagem com propósito bem definido. C.S. Lewis nos conduz a bordo de aventuras e desventuras que trabalham com nossas emoções do tédio à diversão e alegria. O clímax dessa jornada, é sem dúvida, o encontro com o despertar para uma novo dia iluminado por esperança. Talvez esteja em nós mesmo o acordar a cada manhã para fazer quase as mesmas coisas como se fossem novas. De que adiantaria fazer do dia trevas, no sentido de não enxergar esperança e recuperar a sensação de bem estar. "A lâmpada do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; (...) Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas! (Mateus 6:22,23).
Escrito por: Gilberto Martins.
sábado, 12 de setembro de 2015
A metáfora de uma Revolução
Mudanças com planos para não se perder
Pensar em mudanças pode ser desconfortável para alguns que se apegam a rotinas e tradições, mas há aqueles que as enxergam como desafios. Os que pensam em desafios entendem a necessidade de planejamento, e com isso aprendem a traçar suas metas para alcançarem seus objetivos. Nesta percepção, as mudanças não surgem do mero acaso, mas como resultado de planos de ação fundamentados e bons indicadores de desempenho. Estes indicadores, por sua vez, orientam nossa atenção na hora da leitura e observação de determinadas tendências. Basta lembrar da imagem de alguém apontando o endereço certo para um transeunte que se encontra perdido. Nesta situação, a incerteza do destino e reconhecer-se perdido indicam a necessidade de pedir ajuda. Neste quadro, a indicação do caminho é essencial, entretanto, a opção em confiar na nova direção exige a força da decisão e a atitude para se chegar ao destino certo. E aqui não há segredo, é pedir ajuda mesmo e assumir a necessidade de mudanças como um fator de suma importância. É claro que para circunstâncias mais complexas, exige indicadores mais complexos, mas sempre há alguém para apontar o caminho, precisamos apenas reconhecer que cada problemática requer soluções e práticas que sejam as mais adequadas à situação, e mudar de direção, não deve significar abandonar princípios, mas retornar ao caminho.quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Compromisso com a verdade até o fim
Escrito por: Gilberto Martins.
Referência:
C.S.Lewis. Príncipe Caspian. In: As crônicas de Nárnia, V. único. São Paulo. Martins Fontes, 2009.
domingo, 6 de setembro de 2015
Estratégia e simplicidade conjugadas pela amizade
sábado, 5 de setembro de 2015
A cidade de dentro e a cidade de fora
A política, para o povo, parece que cada vez mais tem sido confundida com políticos corruptos e sem respeito pelas leis que juraram seguir. Entretanto, tenho nutrido uma fé pela política, ainda que esta não apresente uma política pela fé. Aristóteles compreendia o homem como um ser vivo político. Com isto, podemos refletir que se o homem é um ser político, a política está no ser do homem, é um ser do homem. O ser humano pensa na cidade e vive na cidade porque a cidade está nele para ele viver. Assim, a cidade é um retrato, uma imagem deste ser que pensa nela. Uma vez que a cidade é idealizada, ela é vivida e absorvida no dia a dia pela ação ou omissão de ser a cidade. O que reflete a cidade de fora, então, é antes a cidade de dentro, sendo construída pela ação do ser que vive seu ideal de cidade, ou destruída pela omissão de quem não prevê que a cidade de fora ainda não é cidade por dentro, onde as bases do pensamento constrói da ideia a razão de ser. Com isso, compete aquele que tem em sua raiz do livre pensar, a liberdade para ser a própria cidade que sonha. Que sejam estes, sonhos de paz e vida, pois só assim viveremos uma cidade livre para sonhar.
Gilberto Martins
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