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sábado, 3 de outubro de 2015

Educação para libertar ou liberdade para educar

Resultado de imagem para imagem do livro educação como prática da liberdade
A educação liberta tanto quanto a liberdade educa. Não nascemos sabendo das coisas. Ocorre é que a medida que crescemos aprendemos e aos poucos caminhados movidos pelas pernas de nossa vontade e necessidade. Daí em diante os desafios são expressos pela busca de aventuras que trazem a sensação de liberdade e com ela a liberalidade do poder fazer. Entretanto, neste percurso também situa-se algo mais. A responsabilidade se impõe como um sinal de que as consequências são inevitáveis. E aqui reside a experiência. A experiência não deve morar além mar. Para além de ser apenas um simples acúmulo de vivências, a experiência deve agregar ao aprendizado a consciência crítica capaz de refletir que a liberdade pode e deve ser estudada para ser vivida com sabedoria. Ao ler "Educação como prática da liberdade", entendo que Paulo Freire nos convida à promover a libertação de uma educação. Seu objetivo é orientar no desenvolvimento para a formação de uma consciência crítica da realidade. É tornar cada pessoa uma mediadora potencialmente fluente e influente em seu ambiente, e assim, comportar-se como transformadoras de seu universo natural ao mundo cultural de sua existência.
 

sábado, 12 de setembro de 2015

Mudanças com planos para não se perder

Pensar em mudanças pode ser desconfortável para alguns que se apegam a rotinas e tradições, mas há aqueles que as enxergam como desafios. Os que pensam em desafios entendem a necessidade de planejamento, e com isso aprendem a traçar suas metas para alcançarem seus objetivos. Nesta percepção, as mudanças não surgem do mero acaso, mas como resultado de planos de ação fundamentados e bons indicadores de desempenho. Estes indicadores, por sua vez, orientam nossa atenção na hora da leitura e observação de determinadas tendências. Basta lembrar da imagem de alguém apontando o endereço certo para um transeunte que se encontra perdido. Nesta situação, a incerteza do destino e reconhecer-se perdido indicam a necessidade de pedir ajuda. Neste quadro, a indicação do caminho é essencial, entretanto, a opção em confiar na nova direção exige a força da decisão e a atitude para se chegar ao destino certo. E aqui não há segredo, é pedir ajuda mesmo e assumir a necessidade de mudanças como um fator de suma importância. É claro que para circunstâncias mais complexas, exige indicadores mais complexos, mas sempre há alguém para apontar o caminho, precisamos apenas reconhecer que cada problemática requer soluções e práticas que sejam as mais adequadas à situação, e mudar de direção, não deve significar abandonar princípios, mas retornar ao caminho.