A educação liberta tanto quanto a liberdade educa. Não nascemos sabendo das coisas. Ocorre é que a medida que crescemos aprendemos e aos poucos caminhados movidos pelas pernas de nossa vontade e necessidade. Daí em diante os desafios são expressos pela busca de aventuras que trazem a sensação de liberdade e com ela a liberalidade do poder fazer. Entretanto, neste percurso também situa-se algo mais. A responsabilidade se impõe como um sinal de que as consequências são inevitáveis. E aqui reside a experiência. A experiência não deve morar além mar. Para além de ser apenas um simples acúmulo de vivências, a experiência deve agregar ao aprendizado a consciência crítica capaz de refletir que a liberdade pode e deve ser estudada para ser vivida com sabedoria. Ao ler "Educação como prática da liberdade", entendo que Paulo Freire nos convida à promover a libertação de uma educação. Seu objetivo é orientar no desenvolvimento para a formação de uma consciência crítica da realidade. É tornar cada pessoa uma mediadora potencialmente fluente e influente em seu ambiente, e assim, comportar-se como transformadoras de seu universo natural ao mundo cultural de sua existência.
Mostrando postagens com marcador Educação como prática da liberdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação como prática da liberdade. Mostrar todas as postagens
sábado, 3 de outubro de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)